Porque sem consumidores o desporto não faria sentido.
Os heróis/heroinas, os idolos, os egos que movimentam amores e ódios, que fazem do desporto um ser vivo.
As metas, as lutas, as conquistas, as superações e os records que alimentam as motivações individuais e colectivas.
Produtos e serviços que se alimentam do desporto e que por sua vez alimentam o desporto em toda a dimensão. A iconografia que une pessoas de todo o mundo, que comunica simultaneamente em diversas línguas sem dizer uma palavra.
O local, onde homem, consumidor, resultados e marcas se unem, onde a magia acontece.
Bem vindos!
O desporto é competição e lazer, é solidão e multidão, é dor e prazer... São derrotas e vitórias, feitos e falhanços, lágrimas e risos... O desporto MARCA uma vida, várias vidas, A Vida! MARCA, mas é simultâneamente uma MARCA! Aqui procuraremos a pertinência da vertente da MARCA desportiva, da forma como é tratada, imaginada, gerida, idealizada, sentida e entendida. Todas as visões são bem vindas à discussão, deixe comentários, opiniões e/ou sugestões.
Imagine-se accionista de uma empresa de renome nacional, com responsabilidades acrescidas por se tratar de uma das três maiores em Portugal. Imagine agora que o seu CEO, escolhe para Director de Produção alguém que: - não é demasiado novo; - não é demasiado velho; - não tem currículo significativo; - apenas trabalhou em pequenas e médias empresas com sucesso relativo; - não é carismático; - não provoca amores; - não provoca ódios; - não é revolucionário; - não apresenta potencial eminente de evolução; - não é o desejado entre...

Recentemente e desde a saída de Paulo Bento (quando a mim, desajustada – mas disso falar-se-á noutros fóruns) que se lançam constantemente nomes para cima da mesa sobre quem será o seu sucessor definitivo. Sendo que pelo meio apareceu um improvável Carlos Carvalhal que desde cedo se percebeu não ser a solução. Poderia aqui enunciar uma série de nomes, mas o que mais tinta tem feito correr é o de Vilas-Boas, com avanços e recuos,...